Um padrão de token é uma especificação técnica de como uma classe de tokens fornece informações e processa operações. Métodos e eventos compartilhados permitem que carteiras, exchanges e outras aplicações integrem tokens compatíveis sem criar uma interface inteiramente diferente para cada um.
Modelos para ativos diferentes
ERC-20 descreve saldos, transferências e permissões de gasto de tokens fungíveis. ERC-721 acompanha tokens não fungíveis identificados individualmente. ERC-1155 admite vários tipos e quantidades em um contrato, incluindo transferências em lote. A escolha muda a representação de posições e permissões pelo software.
Espaço para o projeto
Um padrão pode conter funções obrigatórias e extensões opcionais. Ele não determina necessariamente limites de emissão, autoridade para emitir, controles de atualização, restrições de transferência ou direitos representados. Dois tokens do mesmo padrão podem ter propriedades econômicas e administrativas muito diferentes.
Limites da compatibilidade
Apoiar um padrão não significa que toda carteira ou plataforma aceite cada token que o segue. A rede blockchain e o endereço do contrato ainda identificam o ativo específico; um símbolo conhecido não basta. A compatibilidade de interfaces também não move saldos entre cadeias nem certifica a segurança do código. Aplicações devem lidar com a implementação real e as extensões relevantes.