Definição
Um contrato inteligente aplica lógica a transações e estados para gerir ativos, permissões e interações. Não significa inteligência nem acordo automaticamente exigível em lei; código e ambiente definem o comportamento.
Como funciona
Usuários ou contratos chamam funções por transação ou execução. Nós processam instruções e concordam com mudanças válidas, como conferir garantia antes de emprestar. Dados externos normalmente exigem oráculos; o programa não observa sozinho eventos fora da rede.
Usos e limitações
Automação reduz coordenação, mas também executa erros permitidos. Bugs, dependências inseguras e privilégios afetam ativos. Alguns contratos são atualizáveis, sem imutabilidade presumida. Auditoria e código público ajudam sem garantir segurança. É necessário entender permissões antes de autorizar transações ou gastos.